
No culto noturno do dia 18 de maio de 2008 prestamos uma justa homenagem ao saudoso Rev. Paulo Martins de Almeida. O Conselho da 1a IPI de Santos, por unanimidade decidiu conferir à sala que abriga o gabinete pastoral o nome de Rev. Paulo.
Nada mais justo. Durante os 90 anos de vida desta igreja, o Rev. Paulo foi quem pastoreou por mais tempo, mais de vinte anos (de janeiro de 1957 a dezembro de 1977).
Em seu pastorado ainda cuidava das congregações de então, Guarujá (que foi organizada em 1964, durante seu pastorado), Areia Branca (ainda hoje é congregação da IPI Getsêmani), Vila Jockey (como era conhecida a hoje 1a IPI de São Vicente), Pedro Barros e Miracatu.
E isso sem as facilidades modernas. Durante muito tempo o Rev. Paulo pastoreou igrejas e congregações sem possuir automóvel, que na época era artigo para poucos. O boletim era cuidadosamente datilografado, ocupado por crônicas cheias de conteúdo inteligente e bem humorado, e levado a São Paulo para ser impresso. E não havia Rodovia dos Imigrantes nem Metrô.
Todas essas dificuldades não impediam que ele fosse profundamente atencioso com as necessidades do povo de Deus. Se alguém precisasse de uma palavra de conforto, orientação ou incentivo, o Rev. Paulo era o primeiro a chegar, a que hora fosse, sempre acompanhado de Dna. Danuza.
Aliás, em um momento como esse não se pode deixar de mencionar sua esposa, Dna Danuza, alguém em quem discrição e a simplicidade nunca poderiam ser confundidas com omissão ou desinteresse.
Por esses e por muitos outros motivos é que a homenagem que hoje se presta ao Rev. Paulo Martins de Almeida é mais do que justa. Graças sejam dadas a Deus por essas vidas tão inspiradoras.
Rev. Marcos Paulo Bailão

No dia 14 de setembro comemoramos o nonagésimo primeiro aniversário de nossa igreja. No culto noturno do dia 13 do corrente contamos com a presença do Rev. José André Senna, pastor efetivo da IPI Getsêmani, 1° Secretário do Presbitério Litoral Paulista e relator da Comissão Presbiterial do Projeto Semeando. Não poderíamos deixar de registrar nossa gratidão pela exposição da palavra de Deus a qual foi extraída de (Mc 8, 22~26). Do trecho lido para nossa edificação o pregador exaltou a nossa necessidade de confiarmos, esperarmos e aprendermos a seguir as instruções de Deus, tomando o devido cuidado que nossa vida espiritual é profundamente afetada pelo tipo de sentimento que nutrimos a cerca das pessoas com quem nos relacionamos. Ter comunhão é o mesmo que ter algo em comum. Apesar das diferenças que temos, somos chamados à comunhão. E o que temos em comum? A fé em Jesus Cristo. Neste culto, contamos com a presença da IPI Getsêmani, representadas por pastores, presbíteros e membros.
Que esta data seja um marco para a união mais fraternal entre igreja mãe e filha; de gancho na palavra do apóstolo Paulo que vai ainda mais longe, abrindo-nos o leque daquilo que é o fundamento da nossa comunhão. Ele diz que devemos procurar “guardar a unidade do Espírito no vínculo da paz”. E isto, porque “há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos” (Ef.4:3~6).
Registramos também a presença dos pastores (esquerda p/ direita): Revs. Tércio Paulo de Almeida; Wilson Roberto Salles Devidé; José André Senna e Marcos Paulo Monteiro da Cruz Bailão. Presb. Luiz Antônio Pio Martins
O DIA MUNDIAL DE AÇÃO DE GRAÇAS NA 1ª IPI DE SANTOS
Tivemos uma celebração singela, mas muito significativa. Antes da mensagem do nosso pastor, Rev. Marcos Paulo Monteiro da Cruz Bailão, houve a entrada de vários elementos simbolizando as muitas bênçãos recebidas de nosso Pai Celestial. O casal de diáconos Luiz e Marlene entrou com um par de castiçais com as velas acesas e colocou sobre a mesa para simbolizar Jesus, a luz da vida: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue, de modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida (Jo 8:12). A seguir, foi a vez da menina Mayara entrar com a Bíblia Sagrada demonstrando assim, que apesar das perseguições, a Bíblia chegou até os dias de hoje revelando Deus ao homem e mostrando a ação de Deus na história. Por isso mesmo devemos ser gratos ao Senhor pela sua Palavra. Entrou então, a diaconisa Edileide e a Duda com um vaso de flores, que ornamentou a mesa sobre o altar. Esse gesto simbolizou a gratidão a Deus pela linda natureza que o Senhor criou para nós, e lembrou-nos que devemos cultivar também a beleza em nosso espírito. Em seguida, o menino Lucas entrou pela nave do templo com livros e cadernos para demonstrar a nossa gratidão pelos dons da sabedoria e da inteligência, pelo progresso da ciência, pelas oportunidades que temos de adquirir conhecimento e de repartir com os outros o que aprendemos. Para agradecer pelos talentos, um grupo de mulheres e crianças depositou diante da mesa trabalhos artesanais, frutos de habilidades concedidas pelo Senhor, e o presbítero Luiz tocou um hino ao piano para expressar agradecimento pelo dom da música. Simbolizando a gratidão pela terra que produz, pelas mãos que labutam, pelo sol e pela chuva que fazem brotar as sementes foram trazidas diante do Senhor bandejas com frutas, verduras, legumes e cereais. Também agradecemos pela pátria, pela igreja, pela família e pelos irmãos.
A liturgia foi dirigida pelo licenciado Juvenal Santos Netto e a congregação participou dela com hinos de louvor e palavras de gratidão a cada entrada dos elementos. A mensagem do Rev. Marcos foi muito oportuna. Enfatizou que além de sermos agradecidos ao Senhor pelas coisas boas e agradáveis que estavam diante de nós, precisamos também ser agradecidos pelos espinhos. Mesmo quando atravessamos os vales da vida é mister que conservemos em nós um espírito de gratidão àquele que é o Senhor de nossas vidas. Encerrando a celebração o coral da igreja entoou o hino “Tu és fiel, Senhor”, orando e impetrando a bênção o Rev. Josimar Ramos de Oliveira. Somos agradecidos por tudo o que vem do Senhor.
Ester Cristina Martins de Almeida
Zulmira de Oliveira Martins
Membros da 1ª IPI de Santos
UMA TARDE AGRADÁVEL NA 1ª IPI DE SANTOS
Como já é de praxe em nossa igreja, a Coordenadoria de Adultos, sob a presidência de Ângela Maria Dalbon Rosales Moura, realizou no dia 27/11/10 o Chá da Amizade. Tivemos uma tarde de sábado muito prazerosa, em ambiente decorado nas cores vermelho e branco, com uma linda mesa coberta de quitutes deliciosos. A irmã Ângela, após dirigir o momento devocional, prestou merecida homenagem à irmã Nívia Aparecida Hurtado de Oliveira que durante 30 anos esteve à frente da Coordenadoria de Adultos, outrora chamada Sociedade Auxiliadora de Senhoras. Foi apresentado um vídeo com fotos de vários momentos que marcaram a sua atuação, tendo sempre a seu lado o dedicado esposo Cordovil. Também foi homenageada a Sra. Esmeralda Cirilo da Silva , professora voluntária da Oficina de Artesanato “Juntos na Arte”, que se deslocava todo sábado, do Guarujá onde mora, até a nossa igreja para repartir com o grupo os seus conhecimentos.
A confraternização teve um brilho todo especial, pois contamos com a participação de integrantes da Instituição Braille de Santos – IBS. Embora deficientes visuais eles expuseram, juntamente com a Oficina “Juntos na Arte”, trabalhos confeccionados por eles mesmos. Havia lindas peças artesanais feitas em papel de revista, barbante trabalhado em macramê, além de quadros pintados em telas à óleo. São verdadeiras obras de arte criadas com os olhos da alma. Durante o chá nossos ouvidos deleitaram-se com a Elita Aparecida Souza da Silva, também da IBS, tocando música ambiente no teclado. Houve divertidas brincadeiras com distribuição de brindes aos participantes e para finalizar essa parte, como estávamos na estação da primavera, foi sorteada a Rainha da Primavera. A contemplada foi a irmã Eny Pereira Brito que, após ser coroada, desfilou com muita graça para o público ao som de “Balada para Adelina”, tocada pela Elita Aparecida.
Queremos deixar registrado o nosso agradecimento à turma da Oficina “Juntos na Arte” pelo empenho, dedicação, alegria e comunhão. Foram momentos preciosos onde pudemos compartilhar – desde a abertura da oficina em maio – conhecimentos, necessidades e experiências, e refletir sobre problemas do cotidiano sempre à luz da Palavra de Deus e com oração. Contamos no grupo com seis participantes que mesmo não sendo da família evangélica, mostraram-se verdadeiras cristãs no trato, no compartilhar material e conhecimentos, na preocupação em produzir para que o bazar tivesse uma boa exposição. Também somos gratas a Deus pelas senhoras que estiveram envolvidas no evento, não medindo esforços para que tudo corresse bem e tivéssemos uma tarde tão agradável!
Louvamos a Deus pelos seus grandes feitos!
Ester Cristina Martins de Almeida Zulmira de Oliveira Martins Membros da 1ª IPI de Santos
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